| Volume: 48 - Número: 2 - Data: abril / maio / junho 2013 |
| Título: Redes na agricultura argentina: um estudo de caso múltiplo |
| Autor: Sebastián Sensi, Fabio Ribas Chaddad e Hermán Palau |
| Email: ssenesi@agro.uba.ar; chaddadf@missouri.edu; fabiorc@insper.edu.br; palauh@gmail.com |
| Tema: Relações entre Agricultura e Sociedade |
| Tipo: Artigo |
Artigo na Íntegra |
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Resumo
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Redes na agricultura argentina: um estudo de
caso múltiplo
A Argentina está entre os quatro maiores produtores de soja,
girassol, milho e trigo, entre outros produtos agrícolas. As mudanças institucionais e políticas na década de 1990 incentivaram o desenvolvimento da agricultura na Argentina e na introdução de inovações de produtos e tecnologias (plantio direto, aumento do uso de agrotóxicos, transgênicos, GPS) e novos investimentos em plantas de crushing em soja e girassol. Além de mudanças
tecnológicas, uma revolução silenciosa ocorreu na produção agrícola: de uma agricultura de autoprodução ou propriedade para uma agricultura com base no contrato. O objetivo neste trabalho é explorar e descrever o surgimento de redes no setor de produção agrícola na Argentina. São apresentados e descritos quatro casos
que, atualmente, constituem cerca de 50% do plantio total de grãos na Argentina: forma híbrida informal, trust, estrutura orientada para o investidor, e rede de redes. Em todos os casos, abordam-se as formas híbridas envolvendo um grupo de atores unidos por objetivos comuns, principalmente para aumentar a produção em escala, compartilhar recursos e melhorar a rentabilidade. Essas formas de organização são altamente flexíveis e mostram grande capacidade de adaptação aos desafios, além de serem competitivas, porque têm incentivos alinhados, flexibilidade e adaptabilidade.
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| Palavras-chave: contratos, formas hibridas, rede de redes, colaboração interfirma, relações. |
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| Title: Networks in Argentine agriculture: a multiple-case study approach |
| Author: Sebastián Sensi, Fabio Ribas Chaddad e Hermán Palau |
| Email: ssenesi@agro.uba.ar; chaddadf@missouri.edu; fabiorc@insper.edu.br; palauh@gmail.com |
| Theme: |
| Type: Artigo |
Full Text |
Argentina is among the four largest producers of soybeans, sunflower, corn, and wheat, among other agricultural products. Institutional and policy changes during the 1990s fostered the development of Argentine agriculture and
the introduction of innovative process and product technologies (no-till, agrochemicals, GMO, GPS) and new investments in modern, large-scale sunflower and soybean processing plants. In addition to technological changes, a
“quiet revolution” occurred in the way agricultural production was carried out and organized: from self-production or ownership agriculture to a contract-based agriculture. The objective of this paper is to explore and describe the emergence of networks in the Argentine crop production sector. The paper presents and describes four cases that currently represent about 50% of total grain and oilseed production in Argentina: “informal hybrid form”, “agricultural
trust fund”, “investor-oriented corporate structure”, and “network of networks”. In all cases, hybrid forms involve a group of actors linked by common objectives, mainly to gain scale, share resources, and improve the profitability of the business. Informal contracts seem to be the most common way of organizing the agriculture process, but using
short-term contracts and sequential interfirm collaboration. Networks of networks involve long-term relationships and social development, and reciprocal interfirm collaboration. Agricultural trust fund and investor-oriented corporate structures have combined interfirm collaboration and medium-term relationships. These organizational forms are highly flexible and show a great capacity to adapt to challenges; they are competitive because they enjoy aligned
incentives, flexibility, and adaptability.
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| Keywords: contracts, hybrid forms, network of networks, interfirm collaboration, relationships. |
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Resumen
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| Título: Redes en la agricultura argentina: un estudio de caso múltiple |
La Argentina está entre los cuatro mayores productores mundiales de soja, girasol, maíz y trigo, entre otros productos agrícolas. Los cambios institucionales y políticos que ocurrieron en la década de 1990 fomentaron el desarrollo de la agricultura argentina y la introducción de innovaciones de productos y tecnologías (siembra directa, mayor uso de
agroquímicos, cultivos transgénicos, GPS) y las nuevas inversiones en plantas de crushing en soja y girasol. Además de los cambios tecnológicos, una revolución silenciosa tuvo lugar en la producción agrícola: de la agricultura de autoproducción o propiedad a una agricultura basada en el contrato. El objeto en este trabajo es explorar y describir la aparición de redes en el sector de producción agrícola en Argentina. Se presentan y describen cuatro casos que
actualmente representan aproximadamente el 50% del total de siembra de granos en el país: forma híbrida informal, fideicomiso, estructura orientada hacia los inversores y red de redes. En todos los casos, se analizan las formas híbridas que involucran a un grupo de actores unidos por objetivos comunes, principalmente con el fin de aumentar
la escala de producción, compartir recursos y mejorar la rentabilidad del negocio. Estas formas de organización son muy flexibles y muestran una gran capacidad de adaptación a los desafíos. Además, son competitivas porque cuentan con incentivos alineados y flexibilidad.
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| Palabras clave: contratos, formas híbridas, red de redes, colaboración entre empresas, relaciones. |
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